terça-feira, 16 de agosto de 2016

Ele é perfeito!

Fomos ali a um festival, foi um pouco a medo que decidi que desta vez iriam comigo, pesei todas as possibilidades e algumas eram bem pesadas, não obstante decidi que é importante vivenciarem coisas novas, saí da minha zona de conforto, que é a casa dos avós, meti-os dentro do carro e bora lá que se faz tarde.
Depressa se ambientaram, pela primeira vez na minha vida senti que não tinha de explicar a ninguém as parvoíces e os comportamentos bizarros de macaquito que na sua ânsia de ver tudo não parou um minuto, meteu conversa com toda a gente, pediu emprestado e usou todos os borrifadores de água até à última gota, devolvia-os aos respectivos donos sem nunca se enganar, aceitou todas as ofertas de chapéus e não ficou com nenhum pois fez questão de os oferecer a qualquer pessoa que lhe desse um sorriso em troca. Aguentou concertos até horas demasiado tardias para quem está habituado a dormir cedo, em troca de uns colos e da promessa de que no dia seguinte poderia voltar.
Correram descalços e sem camisola, cantaram, dançaram, fizeram e disseram alguns disparates mas nunca perderam o norte. Calor de dia, frio à noite, refeições sem horas ou regras, pés e mãos pretas mas tanta alegria, tanta gentileza e solidariedade entre as pessoas e acima de tudo, nem um revirar de olhos. 
Ficou-me a frase de uma miúda que, depois de macaquito deixar um monte de gente a rir com um disparate e a mim ligeiramente embaraçada, se chegou a mim e me disse com um sorriso de orelha a orelha:
-Ele é perfeito!
Fomos ali a um festival e foi perfeito.


segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Confirma-se, ela está em todo o lado!

Interlúdio não musical, só para confirmar a omnipresença da preferida da blogosfera. Peço desculpa aos outros festivaleiros por lhes ter interrompido o concerto na minha corrida para obter "A FOTO". A visada foi cooperante, posou e até sorriu (aquilo é um sorriso, não é?!)




Volto para vos contar o ritual de iniciação de macaquitos aos festivais de verão...






....lá para terça-feira.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Macaquito fotógrafo

Macaquito pede-me o telefone para jogar, costumo aceder quando vamos beber café, sei que não joga nada porque quando devolve tenho quase sempre uma notificação relativa ao espaço de armazenamento. Abro a galeria e está cheia de vídeos e fotos, dele próprio, de pessoas que não conheço e de coisas estranhas.  Sem filtros e pelo olho dele.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Furto quase perfeito

Nos dias em que a Dona A vai a casa dos meus pais ajudar nas limpezas, é habitual que se sente com eles à hora do lanche. Da última vez, enquanto conversavam, o meu pai reparou em macaquito a rir-se sozinho na porta da cozinha com ar de quem estava a preparar alguma. E estava... 
Passado uns minutos, qual não é o espanto de Dona A quando olha para o seu copo de sumo e repara que estava vazio quando ela ainda nem tinha provado. No lugar do sumo estava uma palhinha que macaquito surripiou do copo das palhas no balcão e com a qual, sem ninguém se aperceber, bebeu o sumo da Dona A. Se tivesse tido a esperteza de tirar de lá a palha, haviam de ficar a pensar que o sumo evaporara.


De notar: estes comportamentos não são encorajados, muito pelo contrário mas rimo-nos a valer quando ele não está presente.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Gralha, tagarela, papagaio... respeitinho.

O avô partilha um vídeo de macaquito a lanchar no facecoiso (se pudermos chamar lanche a um pacote de batatas fritas) durante todo o vídeo mal ouço o pequeno visto que a avó parece uma matraca, habitual também, penso que até posso dizer que na nossa família é um problema genético. Faço um comentário "A avó é muito totó." esquecendo-me que o petiz já sabe ler e que tem acesso aos computadores lá de casa. Há dois dias que lhe ligo de manhã e é isto:
-Bom dia mamã, porque é que chamaste totó à avó? Isso não é bonito. 
-Mas... estava a brincar. Era só porque a avó não parava de falar e mal te consigo ouvir...
-Não devias chamar totó à avó.
E sem dizer mais nada, vai andando pela casa e eu a falar sozinha a pensar que ele está a ouvir até que entrega o telefone a alguém e só aí percebo o silêncio do outro lado do fio.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Nem os peixes aqui páram

Qual confusão de Agosto, por aqui não se vê vivalma e eu acho que sei porque fugiram....


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Ainda não estamos de férias...

A treinar afogamentos.

A treinar chapões.

A treinar o uso de bóia.



 ... mas temos ido aos treinos.