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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Declamar ou a ironia de amar

Gosto de pessoas que não sabem nada da vida, sei lá, gosto de ignorantes. Talvez me reveja neles, talvez não seja boa a falar das vidas das quais não sei absolutamente nada.
Gosto que me julguem, por aquilo que sou e especialmente por aquilo que não sou, gosto que me julguem por amar pessoas. Por ter coração e ele me aflorar à boca.
Gosto que ponham em causa as minhas capacidades cénicas, aquelas que nem são tão importantes como a minha capacidade de amar mas que me dão muito prazer, gosto que as julguem tão injustamente. Não sou dada a dramatismos, mas gosto de dramatizar e achava que o fazia bem, pelos vistos não, gosto mais de amar e para algumas pessoas amar pode ser uma fraqueza.



(Isto não é um post de São Valentim)