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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Não sei se desabei ou se desabafei

Estava ligeiramente irada, ligeiramente é como quem diz, a espumar. Pela primeira vez berrei com macaquito, nem sei se berrar é o termo, acho que foi mais um rugir. 
Foi meio incrédula que, ainda na escola de música, ouvi o relato de como se passou com os colegas, interroguei-o sobre o porquê de tudo aquilo com alguma calma, segurei-me para não me rir na parte em que me dizem que conseguiu ofender todos os colegas mais anafados com tantos adjectivos diferentes que a professora não conseguiu repeti-los todos, já não achei tanta piada ao chorrilho de asneiras que destilou sem olhar a quem. Há que valorizar a riqueza do vocabulário mas não posso permitir que perca as estribeiras, a vergonha e a educação, tudo ao mesmo tempo. Para colmatar a coisa em grande, chegados a casa, abro a mochila para pôr a lavar pois tinha rebentado um pacote de sumo lá dentro e percebo pelo estado em que se encontram os livros, dossier e algum material escolar, que o rebentamento só poderia ter acontecido devido a um embate a não menos de 150 km/h. 
Saltou-me a tampa! Chamei-o ao quarto e dei-lhe o raspanete de uma vida, castiguei-o por duas décadas e ele, sem me responder, logo ele que tem sempre resposta para tudo, esperou uma pausa e um virar de rosto, para fugir de fininho, pé ante pé antes que eu concretizasse alguma das ameaças que me fugiram à boca naquele curto espaço de tempo. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Princesa Diana

O melhor de se ter um filho deficiente é que com alguma facilidade se aprende a lidar com todo o tipo de pessoas. 

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Talvez esteja a ser injusta

Se um dia alguém me dissesse que há um medicamento com cem anos de utilização e efeitos comprovados de cura, que eu pudesse dar ao meu filho para curar qualquer uma das doenças que tem, obviamente não hesitaria em administrá-lo. E depois existem pessoa que deixam morrer os filhos por conta de uma otite. Não faço por norma este tipo de julgamento mas ter de lutar diariamente para que o meu filho possa um dia mais tarde ser autónomo e feliz e de essa luta ser extraordinariamente cansativa (embora recompensadora), tornou-me menos tolerante com este fenómeno que é a estupidez natural.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Não tem nada a ver mas tenho de partilhar #6

Num país em que as pessoas chegam a celebridades a partir de vídeos de sexo e séries da MTV, não percebo qual é o espanto.

Não tarda teremos reality shows directamente da Casa Branca.